segunda-feira, 26 de julho de 2010

Doce morte.

Afastai-vos de mim a vida o bela morte que tanto tens me julgado e amaldiçoado diga minha bela amada porque me faz sofrer. Diga amada dama de meus sonhos diga o que queres de um homem solitário e sem vida. Leve-me para junto de ti já que levares todo o meu amor por aquela bela dama que não queres compartilhar comigo sua vida e seu amor. Leve-me para junto de ti para que eu não sofra mais com essa angustia que me oprime tanto. Leve-me para onde o mundo não pode me afetar mais que esta dor de deixa-la para outro. Matai tudo em mim para me mostrar quão fraco sou agora matai outra vez para que não me possas fazer sofrer por minha amada. Amo mais vossa beleza minha cara do que a mulher que réjes meu coração e minha vida. Sou um animal em busca do carinho de uma dona que não me queres ao seu lado nem como animal de estimação. O amada morte leve-me para onde não posso ve-la nos braços de outro homem que tanto sei não ser digno de seu amor e de sua devoção, leve-me para onde possas morrer solitário e não possas mais ve-la se doar a um homem inútil e desprezível como todos serão para minha amada, já que nem um outro homem poderá ama-la como a amo e não vira querer-te como te quero e como queres me amar. Leve-me para o julgo fim que mereço por amar-te e não poder ter-lhe em meus braços.

Muitos poemas virão ainda.

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